23.12.13

China Ramps Up Intimidation of Media | World Affairs Journal

Não admira, na China vive-se uma ditadura, portanto há muitos limites para a imprensa - que, pelos vistos, estão a aumentar:

China Ramps Up Intimidation of Media | World Affairs Journal

17.12.13

Forced Exodus: Christians in the Middle East | World Affairs Journal



Forced Exodus: Christians in the Middle East | World Affairs Journal:

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Greve geral de cinco dias na Guiné-Bissau - PÚBLICO


De um governo que não foi feito para governar não admira esta situação. Na Guiné-Bissau, neste momento como em vários outros da sua história, o Estado é apenas um alibi. O que surpreende é esta organização sindical e um povo que, mais uma vez também, apesar de tudo, mostra ter consciência política e sentido de unidade:

Greve geral de cinco dias na Guiné-Bissau - PÚBLICO

Michelle Bachelet ganhou a presidência e diz que o Chile voltou ao “rumo certo” - PÚBLICO


O crescimento das manifestações de estudantes, pedra de toque do combate à presidência Piñera, levou a que Bachelet inscrevesse como tópico principal da sua campanha a Educação. Por isso, no discurso de consagração, ela disse que o próximo Ministro da Educação seria o mais importante do seu governo.

Ela entende que, aumentando as contribuições das empresas, pode promover um ensino gratuito e de qualidade a todos os níveis (do primário ao superior). A pílula é dourada, sem dúvida. Vamos aguardar pelos efeitos: 1) do aumento da contribuição das empresas para o Estado (quem o vai pagar não serão certamente os empresários, mas os preços ao consumidor); 2) de um ensino gratuito sustentado pelas empresas (por exemplo: vamos ver se a qualidade de ensino não vai baixar - uma vez que baixa o investimento pessoal na formação dos filhos e, tendencialmente, a exigência face à prestação dos professores).

Michelle Bachelet ganhou a presidência e diz que o Chile voltou ao “rumo certo” - PÚBLICO

5.12.13

La Suisse se lance dans le business des «cyberbunkers»


Os EUA não espiam porque são maus. Os países todos espiam-se desde que consigam. Os EUA espiam mais porque o fazem melhor e fazem-no melhor graças ao avanço tecnológico dos seus serviços de espionagem. O que se pode ler a partir da hiperligação abaixo pode vir a ser uma resposta. Ao avanço tecnológico se responde com avanço tecnológico, à iniciativa com iniciativa e à imaginação com imaginação. O resto é política de mau pagador:

La Suisse se lance dans le business des «cyberbunkers»:

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30.11.13

psicossociologia do socialismo:


http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/2013/11/1376836-guia-politicamente-incorreto-da-esquerda-e-do-socialismo.shtml

29.11.13

Reforma constitucional que permite terceiro mandato avança na Nicarágua - internacional - geral - Estadão


O tal socialismo do século XXI está cada vez mais parecido com o coronelismo do século XIX. Há veios mais profundos, na cultura política latino-americana, do que faria supor o raciocínio de Marx...

Reforma constitucional que permite terceiro mandato avança na Nicarágua - internacional - geral - Estadão:

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28.11.13

CHINE • L’économie à droite, la politique à gauche | Courrier international


Não fica tanta política assim à esquerda:

CHINE • L’économie à droite, la politique à gauche | Courrier international:

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L'économiste socialiste Pierre Larrouturou lance son parti


Parece interessante o surgimento deste novo partido. Já é tempo de o espectro partidário das velhas democracias mudar a sério:

L'économiste socialiste Pierre Larrouturou lance son parti

Turkey, Iran Call for Syria Ceasefire Before Geneva 2 Talks | World Affairs Journal


A outra face do Acordo nuclear de Genebra?

Turkey, Iran Call for Syria Ceasefire Before Geneva 2 Talks | World Affairs Journal

24 Activists Detained for Defying Egypt Protest Law | World Affairs Journal


Egito continua na encruzilhada. Os militares começam a trilhar um caminho perigoso. Oxalá a imaginação dos ativistas os leve a fazer uma longa fila de agrupamentos de 10 pessoas desde o centro do Cairo até à maior das pirâmides de Gizeh:

24 Activists Detained for Defying Egypt Protest Law | World Affairs Journal

27.11.13

A maka do morto

http://makaangola.org/2013/11/27/discussao-com-o-morto-repressao-de-um-funeral/
Um relato equilibrado sobre os acontecimentos de ontem em Luanda.




26.11.13

Conseguirá a oposição síria governar?


Veja como tem sido a experiência de auto-governação nas zonas libertadas  quais as apreensões dos protagonistas:


www.worldaffairsjournal.org/article/dispatch-syria-can-rebels-learn-govern?utm_source=World+Affairs+Newsletter&utm_campaign=231b71b965-November_26_2013_WAJ_Deasy&utm_medium=email&utm_term=0_f83b38c5c7-231b71b965-294560009

Enterro de M. Ganga

Oxalá que seja pacífico:

patriciaguinevere.blogspot.com/2013/11/comunicacao-do-presidente-da-casa-ce.html

The Hypocrisy of the UN's Human Rights Council | World Affairs Journal

Uma velha hipocrisia com novo rosto agora...

The Hypocrisy of the UN's Human Rights Council | World Affairs Journal

14.11.13

«Los Castro son unos gánsteres que han destruido el alma cubana» - ABC.es


Se dúvidas houvesse, a viúva de Cabrero Infante confirma:

«Los Castro son unos gánsteres que han destruido el alma cubana» - ABC.es:

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Un «mur de la honte» entre Turquie et Syrie


Como se vê, não é só Israel, nem foi só Berlim, nem foi só a China antiga. Várias vezes, na História da Humanidade, este recurso é usado por países e regimes cuja sobrevivência depende da construção de um muro de segurança. A vergonha? Cabe aos dois lados da fronteira, provavelmente.

Un «mur de la honte» entre Turquie et Syrie:

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Le PC chinois veut donner un «rôle décisif» au marché


Tarde ou cedo assumiriam que esse é o único rumo que vão tomar. A ideologia, há muito que abandonaram, só não podem assumi-lo porque perdem o controlo da sociedade logo a seguir. Não há um regime e dois sistemas, ou um país e dois sistemas. Há só um sistema, o sistema capitalista com partido único e forte intervenção (controlo) do estado totalitário. Nada muito longe, afinal, do que tanto combateram criando uma guerra civil contra o Kuomintang, Sun Yat-Sen, Chiang Kai-shek e provocando a cisão de Taiwan.

Le PC chinois veut donner un «rôle décisif» au marché:

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23.10.13

Indian illegal mining investigation ends without explanation | Global development | theguardian.com

Assim o Estado ou os governos reconheceram a sua incapacidade para enfrentar a corrupção. Segue-se o quê? Total impunidade? Restrições à exploração mineira em nome de que Lei? O domínio do livre-arbítrio? Há que tirar as consequências e reconhecer que, afinal, a Justiça tem muitos limites...

Indian illegal mining investigation ends without explanation | Global development | theguardian.com

PS: a exploração mineira ilegal declarou que iria retirar-se do Tribunal Penal Internacional por este não reconhecer o direito do Estado indiano a gerir a sua própria corrupção.

16.10.13

BMW faz doação à CDU e Alemanha consegue revisão das metas europeias do CO2 - PÚBLICO


Cortas aqui, aparece ali, cortas ali, aparece aqui... Parece mesmo que o Estado é um sistema de extorsão e que, por isso, a corrupção é conatural ao Estado:

BMW faz doação à CDU e Alemanha consegue revisão das metas europeias do CO2 - PÚBLICO:

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Centenas de professores e alunos presos em manifestações em São Paulo e Rio de Janeiro - PÚBLICO

Para além da esquerda e da direita, dos tucanos e dos petralhas, há um establishment político-partidário no Brasil, que já vem de há muito tempo e que não tem respostas, continua a não ter respostas para áreas da vida social tão fundamentais quanto esta:

Centenas de professores e alunos presos em manifestações em São Paulo e Rio de Janeiro - PÚBLICO

23.8.13

NSA paid millions to cover Prism compliance costs for tech companies | World news | theguardian.com

NSA paid millions to cover Prism compliance costs for tech companies | World news | theguardian.com:

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dans la bibliothèque privée d'Hitler


... com nova edição e capítulo inédito, foi reeditado o livro de Thimothy W. Ryback, jornalista do New yorker, do Wall street journal e do New York Times que vive em Paris. 

A partir do estudo dos livros das bibliotecas de Hitler (melhor dito: do que delas sobrou) o autor ajuda-nos a focar com maior nitidez o retrato e a biografia do líder nazi. 

Do conjunto ressalta uma figura. pouco surpreendente quem o avaliou com frieza e conhece alguns dos lugares-comuns sobre ele. O que Hitler mais procurava nos livros que efetivamente lia era, ou a confirmação do que pensava e queria dizer (uma legitimação intelectual para as suas teses e os seus objetivos), ou livros de divulgação que lhe permitissem exibir informações sobre determinado assunto sem o estudar a fundo. 

Conhecia, por exemplo, muito sobre história de armamentos, de tanques, de guerras europeias anteriores. Estas informações eram, no entanto, enciclopédicas e não podiam torná-lo um bom general (à medida em que aumentava a sua interferência nas operações militares aumentava o nível de fracasso do exército alemão). 

É também notório que poucos livros de filosofia leu de facto. A sua enciclopédia era muito mais limitada do que ele fazia parecer. E, no entanto, esteve quase sempre rodeado de pessoas intelectualmente superiores a ele, com mais leituras e mais sólidas. Se alguma dessas pessoas mostrava, porém, autonomia em relação ao 'chefe', simplesmente ele as afastava, custasse isso o que custasse. 

Quanto ao seu interesse nas ciências ocultas, muitas vezes aventado, ele centrava-se na procura de uma via pela qual a energia espiritual de um povo, a força espiritual de uma nação (coisa nebulosa, não há dúvida) encarnava numa pessoa só... Ou seja, mais uma vez, a legitimação de uma pretensão era o que ele procurava.

As suas relações com a Igreja Católica tornam-se também claras com a leitura desta obra. Com a Igreja, tal como com tudo o resto, o que lhe interessava era poder manipulá-la. O Papa, tantas vezes acusado de colaboracionismo, sai salvaguardado desta história, pois nunca acreditou que ele fosse católico e nunca deu o seu aval à acção do pequeno grupo de eclesiásticos católicos que pretendia envolver Hitler através de um programa político que ligasse astutamente a doutrina da Igreja e o Nacional-Socialismo. Não quer dizer que não acreditasse em Deus - sobretudo quando se sentiu perdido isso se notou mais. Quer dizer que pensava em si próprio como um ser superior, que encarnava a tal energia extraordinária do espírito de uma nação que se sobrepunhas às doutrinas da Igreja. Provavelmente para ele a Igreja era só uma máquina de manipulação e domínio e a máquina que ele queria construir devia absorver essa. 

Outro aspeto que ressalta da leitura do livro de Timothy Ryback é o ritmo muito rápido de leitura. Provavelmente (T. Ryback não fala nisso) Hitler saltava páginas que não lhe interessavam diretamente... 

Ainda assim, a sua é também uma história de livros. E os livros alimentam mesmo as cabeças doentes, como podemos ver hoje por símiles hitlerianos, por exemplo os do fascismo islâmico...


Egipto História duma Tragédia anunciada - Expresso.pt

Egipto História duma Tragédia anunciada - Expresso.pt

20.8.13

pacificação no Zaire?

Não dei por nenhuma pacificação, só vi combates e rebates. A notícia do Jornal de Angola é mais exacta que o título:

Pacificação do Congo é elogiada pela SADC



Cimeira saúda desdobramento das tropas na RDC (já viram que o sub-título não condiz com o título?)

A Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da SADC, na qual o Presidente José Eduardo dos Santos esteve representado pelo Vice-Presidente da República, Manuel Vicente, encerrou com elogios pela forma como está a ser tratado o processo de pacificação na República Democrática do Congo (RDC). De acordo com o comunicado final da cimeira, que decorreu em Lilongwe, Malawi, os estadistas da região acolheram, com agrado, o desdobramento da Brigada de Intervenção da SADC na RDC, que visa conter a deterioração da situação humanitária e de segurança no leste daquele país. O documento, de 36 pontos e lido pelo secretário executivo cessante da SADC, Tomás Salomão, refere que a Cimeira saudou a assinatura do Quadro de Cooperação para a Paz e Segurança na RDC e na região, em Addis Abeba, Etiópia, a 24 de Fevereiro último.


19.8.13

Why the Brotherhood Failed | World Affairs Journal

Na verdade, Morsi e o seu partido cometeram todos os erros que não podiam ter cometido:

1) eleitos por metade (forçada, por oposição ao candidato que 'cheirava' ainda a Mubarak) de um povo, subtraíram dessa metade os possíveis aliados e, com uma minoria escassa, afrontaram todos os outros quando a prudência aconselhava, no mínimo, amizades estratégicas (compare-se a percentagem de votação de Morsi com a votação da Irmandade Muçulmana poucos meses antes);

2) deixaram que apoiantes seus, apoiados por sua vez por extremistas armados, começassem a impor outra lei nas ruas, ocupando espaços privados (como garagens de casas e prédios) e públicos (praças) para, ainda durante o seu mandato, começarem pela força a controlar e ocupar o território, estabelecendo uma ordem paralela;

3) aliaram-se, internacionalmente, com os grupos mais cotados com o extremismo num país cujas relações económicas eram sobretudo com o 'ocidente' (EUA, Europa, países 'moderados' ou 'pró-ocidentais');

4) afrontaram os militares que, no Egito, são mais do que uma força armada, são a cabeça e muitos dos braços do aparelhos administrativo que, assim, começou a desagregar-se;

5) combateram a burocracia da qual precisavam para governar;

6) transformaram as privatizações numa distribuição de riqueza para os amigos e correligionários sem qualquer preocupação com eficácia, produtividade, empreendedorismo;

7) não deram qualquer atenção aos problemas económicos e sociais das populações urbanas - a maioria;

8) fizeram das nomeações políticas um instrumento para premiar pessoas e grupos associados a acções extremistas que vitimaram estrangeiros e egípcios;

9) amordaçaram uma imprensa que, dentro das limitações do regime anterior, se afirmava livre e querendo mais liberdade;

10) ameaçaram a liberdade de expressão e de criação artística que era o bem mais querido dos jovens que iniciaram a revolução nas ruas e nas praças;

11) ignoraram as manifestações de descontentamento cada vez mais numerosas e cada vez mais frequentadas, bem como as suas causas: desemprego, inflação, aumento da pobreza;

12) começaram a afrontar parte da hierarquia religiosa islâmica que era 'moderada' ou não lhes era favorável;

13) afrontaram constantemente os cristãos deixando-os cada vez mais inseguros e revoltados, prontos para apoiar qualquer ato anti-Morsi;

14) com o apoio da Irmandade, claro, Morsi atribui a si próprio poderes extraordinários, que tornaram patente o perigo de autocracia, ditadura, poder absoluto que assustava mesmo alguns dos seus simpatizantes.


Uma análise aqui:


Why the Brotherhood Failed | World Affairs Journal:

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16.8.13

The Truth About Egypt | World Affairs Journal


A última parte é mais centrada na relação entre os EUA  e o Egito. Mas mais de metade desta entrevista vale a pena ser lida com a maior atenção:

The Truth About Egypt | World Affairs Journal

15.7.13

leituras de hitler


Duas inspirações do grande ariano: 

Paul Lagarde (França), Escritos alemães. - defendia a eliminação sistemática dos judeus da Europa (fim do séc. XIX).

Henry Ford (EUA), O judeu internacional: o problema do mundo. - achava que a Alemanha, como os EUA, estava dominada por judeus em todos os níveis (é mesmo do grande industrial que se trata, o trabalhador exemplar que se torna grande empresário, que dá origem aos carros Ford, que duplica o salário dos operários conforme aumenta os lucros - e que faz publicar o Protocolo dos sábios de Sião, uma inventona segundo a qual os judeus teriam um plano para controlar o mundo). 

7.6.13

Atribuição polémica de prémio de jornalismo a Chávez - Globo - DN


Qualquer dia criam uma igreja para canonizá-lo:

Atribuição polémica de prémio de jornalismo a Chávez - Globo - DN:

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Milhares de apoiantes à espera de PM turco - Globo - DN


O comportamento do democrata islâmico Erdogan mostra bem que o seu respeito pela democracia e pelo povo é meramente estratégico. Organizou uma manifestação para apoiá-lo, confundiu o sentimento e a revolta de milhares de cidadãos (sobretudo jovens) com "terroristas", enfim, comete os mesmos erros que os ditadores do Médio Oriente (incluindo o Assad que ele ajuda a combater) quando começou a 'primavera árabe'.
Não tentou perceber, até hoje, a causa profunda desta revolta. Em breve anunciará mais uma intentona contra a sua democracia, demitirá mais alguns generais e julgá-los-á em nome da lei junto com alguns políticos rivais. E colocará alguma mesquita no meio de uma avenida com o nome de Ataturk.

Milhares de apoiantes à espera de PM turco - Globo - DN:

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