Comentários e reflexões sobre política internacional, modelos de atuação política e retórica da propaganda política
23.9.13
Economia informal e revoltas árabes
Anotações quase diárias e, sobretudo, aleatórias: a ordem meramente e só da sequência dos dias.
20.9.13
Trials and Tribulations: Politics as Justice at the ICTY | World Affairs Journal
Anotações quase diárias e, sobretudo, aleatórias: a ordem meramente e só da sequência dos dias.
12.9.13
What Vladimir Putin didn't tell the American people about Syria | Anna Neistat | Comment is free | theguardian.com
Artigo no The guardian, para quem tem memória muito curta...
What Vladimir Putin didn't tell the American people about Syria | Anna Neistat | Comment is free | theguardian.com:
'via Blog this'
What Vladimir Putin didn't tell the American people about Syria | Anna Neistat | Comment is free | theguardian.com:
'via Blog this'
Anotações quase diárias e, sobretudo, aleatórias: a ordem meramente e só da sequência dos dias.
6.9.13
Syrie - "Les preuves françaises ne sont pas de vraies preuves" : Interview avec Randa Kassis, ancienne du Conseil National Syrien
Entrevista interessante com uma dirigente política e jornalista franco-síria laica:
Syrie - "Les preuves françaises ne sont pas de vraies preuves" : Interview avec Randa Kassis, ancienne du Conseil National Syrien:
'via Blog this'
Syrie - "Les preuves françaises ne sont pas de vraies preuves" : Interview avec Randa Kassis, ancienne du Conseil National Syrien:
'via Blog this'
Anotações quase diárias e, sobretudo, aleatórias: a ordem meramente e só da sequência dos dias.
5.9.13
Pope Francis: Resurrecting Catholicism’s Image? | World Affairs Journal
a renovação da Igreja Católica a partir do Papado:
Pope Francis: Resurrecting Catholicism’s Image? | World Affairs Journal
Pope Francis: Resurrecting Catholicism’s Image? | World Affairs Journal
Anotações quase diárias e, sobretudo, aleatórias: a ordem meramente e só da sequência dos dias.
23.8.13
NSA paid millions to cover Prism compliance costs for tech companies | World news | theguardian.com
NSA paid millions to cover Prism compliance costs for tech companies | World news | theguardian.com:
'via Blog this'
'via Blog this'
Anotações quase diárias e, sobretudo, aleatórias: a ordem meramente e só da sequência dos dias.
dans la bibliothèque privée d'Hitler
... com nova edição e capítulo inédito, foi reeditado o livro de Thimothy W. Ryback, jornalista do New yorker, do Wall street journal e do New York Times que vive em Paris.
A partir do estudo dos livros das bibliotecas de Hitler (melhor dito: do que delas sobrou) o autor ajuda-nos a focar com maior nitidez o retrato e a biografia do líder nazi.
Do conjunto ressalta uma figura pouco surpreendente para quem o avaliou com frieza e conhece alguns dos lugares-comuns sobre ele. O que Hitler mais procurava nos livros que efetivamente lia era, ou a confirmação do que pensava e queria dizer (uma legitimação intelectual para as suas teses e os seus objetivos), ou livros de divulgação que lhe permitissem exibir informações sobre determinado assunto sem o estudar a fundo.
Conhecia, por exemplo, muito sobre história de armamentos, de tanques, de guerras europeias anteriores. Estas informações eram, no entanto, enciclopédicas e não podiam torná-lo um bom general (à medida em que aumentava a sua interferência nas operações militares, aumentavam os fracassos do exército alemão).
É também notório que poucos livros de filosofia leu de facto. A sua enciclopédia era muito mais limitada do que ele fazia parecer. E, no entanto, esteve quase sempre rodeado de pessoas intelectualmente superiores a ele, com mais leituras e mais sólidas. Se alguma dessas pessoas mostrava, porém, autonomia em relação ao 'chefe', simplesmente ele as afastava, custasse isso o que custasse.
Quanto ao seu interesse nas ciências ocultas, muitas vezes aventado, ele centrava-se na procura de uma via pela qual a energia espiritual de um povo, a força espiritual de uma nação (coisa nebulosa, não há dúvida) encarnava numa pessoa só... Ou seja, mais uma vez, a legitimação de uma pretensão era o que ele procurava.
As suas relações com a Igreja Católica tornam-se também claras com a leitura desta obra. Com a Igreja, tal como com tudo o resto, o que lhe interessava era poder manipulá-la. O Papa, tantas vezes acusado de colaboracionismo, sai salvaguardado desta história, pois nunca acreditou que ele fosse católico e nunca deu o seu aval à acção do pequeno grupo de eclesiásticos católicos que pretendia envolver Hitler através de um programa político que ligasse astutamente a doutrina da Igreja e o Nacional-Socialismo. Não quer dizer que não acreditasse em Deus - sobretudo quando se sentiu perdido isso se notou mais. Quer dizer que pensava em si próprio como um ser superior, que encarnava a tal energia extraordinária do espírito de uma nação que se sobrepunhas às doutrinas da Igreja. Provavelmente para ele a Igreja era só uma máquina de manipulação e domínio e a máquina que ele queria construir devia absorver essa.
Outro aspeto que ressalta da leitura do livro de Timothy Ryback é o ritmo muito rápido de leitura. Provavelmente (T. Ryback não fala nisso) Hitler saltava páginas que não lhe interessavam diretamente...
Ainda assim, a sua é também uma história de livros. E os livros alimentam mesmo as cabeças doentes, como podemos ver hoje por símiles hitlerianos, por exemplo os do fascismo islâmico...
Anotações quase diárias e, sobretudo, aleatórias: a ordem meramente e só da sequência dos dias.
Subscrever:
Mensagens (Atom)