6.8.14

The Jewish Press » » Left-wing Orgs Criticize Decision Not to Investigate IDF



A falta de senso crítico, por parte das esquerdas mais ou menos amanteigadas (=pacifistas) do Ocidente que as protege e financia, mesmo em Israel (e dos políticos fracos que as fingem acompanhar para ganharem votos), torna-se irresponsável e criminosa. Sempre os mesmos argumentos e sempre a mesma incoerência. Alguns tópicos:



1) Não se deve perseguir o Hamas porque os rockets que ele atira não estão a matar pessoas. Não matam graças ao sofisticado sistema anti-rockets desenvolvido pelos israelitas, não por humanismo do Hamas. É preciso deixar que o Hamas consiga matar mais gente para que Israel passe a ter o direito de evitar que ele tenha mísseis e rockets e capacidade para destruir Israel como oficialmente pretende? Matar com rockets e mísseis entretanto importados do Irão, país antidemocrático, onde a oposição foi violenta e sanguinosamente esmagada já por mais de uma vez? Porque não pediram investigações ao Irão nessa altura, nem ao Hamas quando seletivamente matou, por vezes acusando-os de espionagem a favor de Israel, todos os seus opositores em Gaza? 



2) Outra acusação: não se deve atirar a alvos civis e chama-se alvos civis a escolas e hospitais que o Hamas usa para lançar rockets, transformando crianças e doentes em escudos humanos e alvos civis em alvos militares. Como se pode pedir uma investigação independente quando se oculta  a origem do problema? Os rockets foram ou não foram lançados de hospitais e escolas? A ONU calou ou não calou isso?



3) A vitimização do Hamas esquece o problema básico: a não aceitação do Estado de Israel. Israel fez uma proposta que podia resolver o problema: o Hamas desmilitarizava Gaza. Em troca Israel não atacava mais Gaza. Claro que o Hamas recusa, porque pretende a destruição pura e simples de Israel. E, no entanto, podia aceitar, havia maneiras de arranjar garantias internacionais para defender Gaza, que podia ser um território independente, governado por palestinos, mas declarado sob proteção da ONU.



4) A vitimização do Hamas esquece também a pacificação das relações de Israel com a Cisjordânia. Embora lenta, recheada de incongruências e recuos em que também Israel tem muitas responsabilidades, a pacificação dessas relações vai dando a Abbas e a essa parcela da atual Palestina uma credibilidade internacional que a leva a enfrentar com sucesso as falhas dos israelitas nos areópagos internacionais. É possível, portanto, agir de outra forma com Israel, pelo que se deduz que a culpa destas guerras em Gaza é só da responsabilidade do Hamas. A quem essa responsabilidade deve ser assacada e que deve responder por isso como criminoso de guerra que é. 



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